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Inauguração da Loja Virtual – nosso novo passo

LOJA VIRTUAL – NOSSO NOVO PASSO

Olá a todos.

É com imensa satisfação que anunciamos a abertura oficial da nossa loja virtual.

O endereço: loja.luizmenezes.com.br

Através dela estamos colocando à disposição dos colecionadores, esotéricos e apreciadores  dos minerais em geral amostras diferenciadas em complemento às informações e fóruns já presentes em nosso site.

O visitante pode agora ver fotos, checar preços, calcular despesas de remessa, ter acesso a pagamentos parcelados, utilizar cartão de crédito, etc… tudo diretamente na própria loja.

Alguns produtos que vocês encontrarão:

RUTILO NA HEMATITA BASTÕES DE SELENITA
   
LARIMAR ROLADO SELENITA GEMINADA

Esperamos que venham em breve comentários e críticas para que estejamos cada vez mais próximos do que nossos clientes esperam.

Apreciem.  A loja é principalmente de vocês!!!

Identificações erradas e fraudes – capítulo 3

Uma fraude clássica é a colagem de cristais de diamante e/ou de pequenos grãos de ouro no conglomerado, que são vendidas para colecionadores incautos ou para turistas como sendo peças naturais. Abaixo temos um exemplo típico – a primeira foto mostra a peça inteira, e as demais as montagens em detalhe. Ao clicar nas fotos, elas poderão ser visualizadas em tamanho maior.

diamante 001 detalhes

Conglomerado com ouro e diamante colado

diamante 001a detalhe

Detalhe do diamante colado

Ouro colado

Ouro colado em destaque

Tanto o diamante como o ouro são encontrados naturalmente nos conglomerados na região da Serra do Espinhaço e adjacências, que se estende do centro ao norte de Minas Gerais. São rochas metamórficas muito antigas, com mais de 1 bilhão de anos de idade, que contêm o resultado da erosão de rochas pré-existentes, inclusive kimberlitos, gerando rochas sedimentares que continham os diamantes, essas rochas desceram na crosta terrestre, e por ação de alta pressão e temperatura se transformaram em rochas metamórficas (quartzitos e meta-conglomerados); essas camadas voltaram posteriormente a se elevar, chegaram de volta à superfície e  foram então novamente erodidas, liberando os diamantes e o ouro (que não se originou em kimberlitos mas em outras rochas que sofreram o mesmo processo de erosão, transporte e metamorfização), gerando os ricos depósitos aluvionares que foram descobertos e intensivamente explorados nos séculos XVII e XVIII.  Na foto abaixo vemos uma excelente amostra  de diamante – um cristal natural, com ótima transparência.

Diamante - cristal natural

Cristal perfeito de diamante

É, portanto, possível encontrar grãos de ouro e/ou de diamante dentro dos conglomerados, mas devido ao colossal volume dessas rochas a chance de se encontrar a olho nu uma dessas amostras mineralizadas é extremamente baixa. Em nenhum garimpo nem em nenhuma mina industrial se tenta ver um ouro ou diamante na matriz, nos garimpos não se desagrega o conglomerado mas sim é processada rocha naturalmente desagregada, e nenhuma amostra é manuseada, o material é concentrado em bateias ou em “jigues” e o ouro e o diamante são concentrados gravimetricamente, os grãos que estiverem dentro do conglomerado vão ser certamente descartados junto com o rejeito da mina. Alguém pode até encontrar uma amostra nesses rejeitos, mas a chance é tão pequena que essas amostras legítimas deveriam ser extremamente raras.

Conglomerado com diamante colado

Conglomerado com diamante colado

Mas não é isso que acontece, existem em Diamantina e outras cidades da região verdadeiras linhas de montagem de ouro e diamantes nos conglomerados; alguns “artistas” (do mal!) colocam algumas vezes dois ou até mais cristais de diamante num mesmo conglomerado, ou então um cristal de diamante e ou grão de ouro, o que seria uma quase impossibilidade estatística de ser encontrado naturalmente. São peças, na minha opinião, desprovidas de qualquer valor, e não merecem pertencer a coleções de minerais sérias.

Diamante colado em conglomerado

Diamante colado em conglomerado

No último show de Tucson um comerciante americano tinha uma mesa cheia dessas amostras, com certeza (devido à quantidade) todas são fraudadas; um comerciante de Governador Valadares também adquiriu há poucos meses várias dezenas de peças, certamente também nenhuma é legítima.

Prezado assinante, caso você tenha uma peça dessas na sua coleção pode ter certeza de que ela deve ter sido montada. Recomendamos que ninguém compre esse tipo de material.

Loja virtual – Água-marinha na turmalina preta da Namíbia

Olá a todos.

Eis aqui as principais peças do lote de águas-marinhas da Namíbia das quais falamos no artigo recentemente publicado.

Para adquirí-las, basta mandar uma mensagem pelo nosso formulário de contato mencionando o código da pedra, sem esquecer de colocar também o endereço para que possamos calcular o custo de remessa.

Cada seção da escala que aparece nas fotos corresponde a 1 cm.

Vamos às pedras:

Água Marinha nb 01 Água Marinha nb 02 Água Marinha nb 04

nb 01 –vendida                  nb 02 – vendida                nb 04 – R$ 110,00

agua marinha nb 06 agua marinha nb 07

nb 05 – vendida                  nb 06 – R$ 70                       nb 07 – R$ 80

agua marinha nb 08 agua marinha nb 09 agua marinha nb 10

nb 08 – R$ 90                        nb 09 – R$ 70                      nb 10 – vendida

agua marinha nb 11 agua marinha nb 12 agua marinha nb 13

nb 11 – vendida                   nb 12 vendida                 nb 13 R$ 40

agua marinha nb 14 agua marinha nb 19 agua marinha nb 21

nb 14 vendida                      nb 19 – vendida                   nb 21 – vendida

Mais uma vez,  quem tiver interesse em adquirí-las é só usar nosso formulário de contato

Abraço

Creedita

Abordaremos neste artigo um mineral muito interessante – a creedita, que na grande maioria das vezes ocorre como grupos de cristais alongados, e de cores variando entre o incolor e o violeta. Comercialmente falando, as mais vistas são as alaranjadas e as incolores, como as que ilustram esta matéria. Algumas aparecem associadas à fluorita.


1 – Mineralogia

– Composição química: Ca3[SO4{Al2F8(OH)2]-2H2O

– Sistema: Monoclínico

– Cor: do incolor ao violeta, passando pelo alaranjado e pelo branco, entre outras

– Brilho: vítreo

– Principais ocorrências: Estados Unidos, México, Cazaquistão, Bolívia e China

– Origem do nome: Faz menção à região onde foi originalmente descoberta, no quadrilátero de Creede, Colorado.

– “Type Locality” (localidade onde foi primeiro descrita): Colorado Fluorspar Co. Mine, Wagon Wheel Gap, Mineral Co., Colorado, USA

– Ano: 1916



2 – Características Energéticas:

Segundo os estudiosos, a creedita alinha os chakras laríngeo e coronário, funcionando como uma ótima ferramenta para meditação, clarificando e canalizando adequadamente pensamentos e sentimentos.

Ainda segundo os especialistas sobre o tema como a nossa querida Melody, auxilia na compreensão de textos místicos e sagrados aumentando a percepção das mensagens sutis sobre a estrutura do conhecimento. Traz coragem e determinação para que os obstáculos sejam enfrentados de frente.

No plano físico, é conhecida por auxiliar na recuperação de fraturas e de rupturas musculares. Atua também sobre o fígado e na absorção de vitaminas  A, B e E.

Quem tiver interesse em mais detalhes mineralógicos sobre da creedita, estas podem ser obtidas através do site mindat.org, ou através do nosso email info@luizmenezes.com.br.

O link direto para a página de creedita é o http://www.mindat.org/min-1151.html, mas o site todo merece uma visita.

Abraços

Carlos Menezes