Show de Denver 2007 – Vitrine do Museu de Los Angeles, Parte 3

Dando seqüência à nossa matéria sobre a vitrine de curiosidades mineralógicas brasileiras apresentada pelo Museu de História Natural de Los Angeles, no show de minerais de Denver, em setembro passado, aqui estão mais duas histórias sobre um dos minerais mais conhecidos do Brasil.

ÁGUA-MARINHA – Ilha Alegre, Minas Gerais

Trata-se de um par de cristais onde o da direita encaixa-se perfeitamente no centro do da esquerda; as dimensões do cristal maior são 6 x 3 cm.

Tradução do Texto: Este par consiste em um cristal de água-marinha que se encaixa perfeitamente dentro de um outro. Uma possível explicação para a gênese deste espécime único é que após a formação do cristal menor ele foi incorporado pelo cristal maior, e a seguir fluidos corrosivos atacaram seletivamente os planos de contato entre ambos. Um espécime similar encontrado na mesma cavidade exibe apenas separação parcial entre os cristais interno e externo.

ÁGUA-MARINHA – Três Barras, Minas Gerais

Trata-se de um cristal complexo ( 7 x 1 cm ) exibindo 52 faces no total: 16 faces prismáticas, 35 faces piramidais e um pinacóide basal curto

Tradução do Texto: Faces de cristais correspondem a planos de átomos na estrutura atômica. As faces que nós vemos nos cristais geralmente representam esses planos ao quais os átomos se agregam lentamente à medida que o cristal cresce. Crescimento lento normalmente resulta em um pequeno número de face relativamente grandes. Muitas faces pequenas, ao invés de poucas faces maiores, podem resultar quando o exterior de um cristal se torna arredondado através de uma dissolução corrosiva sucedida de um reinício do crescimento de novas faces de cristal. Este cristal contem um total de 52 faces: 16 de prisma, 35 de pirâmides e um pinacóide basal curto.

Em breve mais curiosidades…

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