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Mina de cobre de Morenci – Série "American Mineral Treasures"

Mina de cobre de Morenci – Série "American Mineral Treasures"

A mina Morenci é atualmente a maior mina de cobre dos Estados Unidos, e tem produzido uma grande quantidade de excepcionais amostras de azurita e malaquita, entretanto o fato mais notável é que a Phelps Dodge Corporation, que a opera, assinou um contrato com uma empresa de comércio de minerais, em 1974, que ficou autorizada a coletar e comercializar as amostras, impedindo que elas fossem destruídas.

Esse contrato reverte a receita em benefício do Arizona Sonora Desert Museum, que portanto é patrocinado pela Phelps Dodge com os recursos obtidos com a comercialização dos minerais, modelo muito interessante que infelizmente não é utilizado por nenhuma empresa de mineração no Brasil, onde os minerais de coleção presentes nas minas são brutal e sistematicamente destruídos, devido à omissão e desinteresse de toda a comunidade mineral brasileira ( empresas de mineração, universidades, geólogos e engenheiros de minas ).

O texto da vitrine dizia o seguinte:

MORENCI MINE

A mina Morenci localiza-se no centro-leste do Arizona próximo à divisa com o Novo México; depósitos de cobre foram lá encontrados pela primeira vez em 1865 e os primeiros pedidos de lavra foram registrados em 1872; logo em seguida se iniciaram as atividades de mineração que exploraram inicialmente os ricos veios sub-superficiais de carbonatos de cobre. Desde então Morenci evoluiu a partir de umas poucas minas subterrâneas até o que hoje: a maior lavra a céu aberto e o maior produtor de cobre dos Estados Unidos.

Os primeiros tempos de Morenci não resultaram na recuperação de muitas excepcionais amostras de azurita e de malaquita, embora elas certamente estivessem disponíveis para coleta durante as operações de lavra, até que, em 1974, a Phelps Dodge Corporation assinou um contrato de coleta de minerais, terceirizando essa operação, o que permitiu que a partir daí que Morenci se tornasse conhecida como importante produtor de espécimes minerais e de material para lapidação; durante os 33 anos seguintes a “Southwestern Mineral Associates” coletou a maioria das amostras que foram ofertadas ao mercado – a vasta maioria dos quais de outra maneira teria sido destruída nos britadores de minério o nas pilhas de lixiviação de minério de baixo teor”

As amostras mais importantes expostas naquela vitrine estão mostradas nas fotos abaixo:

Estalactite de Azurita, 14,7 cm, com Malaquita na sua base – é ao nosso ver a peça mais espetacular de todas as expostas naquela vitrine, pertence à coleção de Stan Esbenshade, foi coletada em 1985 na bancada 4650 na Copper Mountain área.

Estalactite de Malaquita recoberto por cristais de Azurita, 11,9 cm – outra peça absolutamente única, “killer”, pertence à coleção de Les e Paula Presmyk

Estalactites de Azurita sobre Malaquita, 12 cm de altura – pertence à coleção de Stan Esbenshade, foi coletada em 1986 na bancada 4650 da Copper Mountain area.

Estalactites de Azurita sobre Malaquita, 15,3 cm de altura, encontrada na bancada
4650 da Copper Mountain área, pertence à coleção de Bob Jones.

Detalhe da Vitrine, com as peças das Fotos 3, 4, 5 e 6, além de vários grupos de cristais de azurita.

Seção de um Estalactite de Malaquita intercrescido com Azurita, 4,5 cm de largura – esta peça espetacular tem uma longa história: Herb Obodda adquiriu-a nos anos 1960 do famoso comerciante Larry Conklin, que a havia obtido há pouco numa troca com o American Museum of Natural History, de New York; ela tinha sido adquirida por George Kunz numa viagem ao Arizona em 1884. Kunz vendeu-a, através da Tiffany & Co., para J. Pierrepont Morgan, e foi incluída na exibição “American Gems”, que recebeu a medalha de ouro na 1889 Exposition Universelle em Paris. Esta amostra foi exibida na página central do livro “Gemstones of North América”, de Geroge Kunz, editado em 1890.

Vários cabochões de Azurita com Malaquita, pertencentes a Stan Esbenshade – a mina Morenci produz as mais belas combinações de azurita com malaquita para fins gemológicos.

Quem quiser saber mais detalhes sobre a mina, a vitrine, as amostras e o show de minerais de Tucson pode nos escrever.

Até a próxima!!

leticia disse:

eu achei td tão lindo, mas não achei nada oq eu queria

Carlos Menezes disse:

Olá Leticia, obrigado pelo interesse e pelas palavras.
É lindo mesmo né?
O que você buscava e que não encontrou? Podemos ajudar?
Carlos

Luiz Chieregati - CPRM disse:

Luiz Alberto, existe uma pequena inverdade no artigo acima, quando fala que no Brasil nenhuma empresa se preocupa em coletar exemplares de coleção antes de enviar o minério para usina.
Voce praticou essa coleta na Serrana (e descobriu muita coisa nova)lembra-se ?
Abraço
Chieregati

Luiz Menezes disse:

Caro Chieregatti:

Eu coletei, sem dúvida, mas depois que eu saí da mina nunca mais ninguém continuou minha pesquisa; nunca houve da parte da Serrana (nem em nenhuma empresa de mineraçâo brasileira que eu conheça) uma preocupaçâo com o conhecimento, divulgação e preservação do patrimônio mineral das jazidas; fique bem claro que preservação não significa travar a mina para que os minerais permaneçam lá intactos, mas sim coletar o que for possível, sem prejudicar o andamento das operações da mina (como eu fiz durante o período que passei lá), e permitir que essas amostras cheguem ao seu destino correto, que seriam os museus e coleções particulares de minerais no Brasil e no mundo.

Grande abraço

Luiz

debora disse:

achei lindo os minerais principalmente:♥Azurita com Malaquita♥um azul tão bonito♥bjus♥♥xal♥

debora disse:

amei as fotos e os textos tudo de bomgostei principalmente das fotos adooooooooooreeeeeiiiiiiiiii♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Maria Ignez Pereira Pinto disse:

Achei tudo tão lindo e maravilhoso que fiquei com calafrios de tanta emoção e sentir como será quando puder tocar uma pedra destas. OBRIGADA.