Nota de falecimento

Olá,

Apesar de ser conhecimento de muitos, por não ter havido um comunicado oficial, é com pesar que comunicamos o falecimento de Luiz Alberto Dias Menezes Filho em 09 de julho de 2014.

Além de sócio fundador da empresa Luiz Menezes Minerais e engenheiro de minas, Luiz era um cientista dedicado à Mineralogia e entusiasta na identificação e coleção de minerais.

Por ser um grande conhecedor dos minerais e pela sua história dentro da Mineralogia, teve seu legado imortalizado ao ser homenageado por um grupo de pesquisadores que batizaram um mineral com o nome de Menezesita.

Informamos, ainda, que a empresa Luiz Menezes Minerais continua a funcionar sob administração de Maria Luisa Menezes, esposa de Luiz. A confiança dos clientes na qualidade e autenticidade de nossas peças é o que nos motiva a dar continuidade ao legado de Luiz Menezes.

Visite nossa Loja Virtual: http://loja.luizmenezes.com.br/

Saudações,

Equipe Luiz Menezes Minerais

Quartzo “Cetro”

QUARTZO CETRO

 

Cetro de Quartzo Fumê - Coleção Luiz Menezes

O quartzo é o mineral mais abundante na natureza. Ele aparece em uma infinidade de formas e cores, traz inúmeros tipos de inclusões e é encontrado praticamente em todos os pontos do planeta.

Uma de suas formas mais interessantes é o “cetro”, quando primeiro um cristal se forma e posteriormente outro cristal cresce sobre a ponta do primeiro, reproduzindo a aparência de um cetro.

Algumas vezes, a haste e a ponta do cetro são de tipos diferentes de quartzo, como por exemplo quartzo incolor na haste e ametista na ponta, ou quartzo incolor na haste e quartzo fumê na ponta, etc

Cetro de Ametista - Santana da Mangueira, Paraíba

De grande beleza também são os cetros de quartzo rosa. Estes normalmente são pequenos em tamanho, mas sua delicadeza é impressionante.

Cetros de quartzo achados em Minas Gerais

 

Quartzo Cetro com Turmalina Verde - Barra do Salinas, Minas Gerais -Coleção Luiz Menezes

 

 

Cetro de Ametista - Santa Maria do Jetibá, Espírito Santo - Coleção Luiz Menezes

 

Cetro de Quartzo Fumê - São Geraldo do Baixio, Mias Gerais - Coleção Luiz Menezes

"Cetro" de Ametista - Felício dos Santos, MG - Coleção Luiz Menezes

Cetros da Ametista - México

Segundo os estudiosos das propriedades energéticas dos cristais como a nossa querida Melody em seu livro “Love is in The Eatrh”, o quartzo cetro era usado em cerimônias de cura na antiga Atlândida e na Lemúria sendo um símbolo de poder naquelas civilizações, usado apenas pelos altos sacerdotes.

Tem excelente poder de transimssão  direcional, canalizando a energia para dentro da matéria.

Cetro de Quartzo Rosa - Galiléia, Minas Gerais

Cetro de Quartzo Rosa - Galiléia, Minas Gerais

Vocês podem encontrar os “cetros” e muitos outros quartzos em nossa loja virtual, no seguinte endereço: loja.luizmenezes.com.br

Abs e até a próxima

Equipe da Luiz Menezes Minerais

screenshot

Inauguração da Loja Virtual – nosso novo passo

LOJA VIRTUAL – NOSSO NOVO PASSO

Olá a todos.

É com imensa satisfação que anunciamos a abertura oficial da nossa loja virtual.

O endereço: loja.luizmenezes.com.br

Através dela estamos colocando à disposição dos colecionadores, esotéricos e apreciadores  dos minerais em geral amostras diferenciadas em complemento às informações e fóruns já presentes em nosso site.

O visitante pode agora ver fotos, checar preços, calcular despesas de remessa, ter acesso a pagamentos parcelados, utilizar cartão de crédito, etc… tudo diretamente na própria loja.

Alguns produtos que vocês encontrarão:

RUTILO NA HEMATITA BASTÕES DE SELENITA
   
LARIMAR ROLADO SELENITA GEMINADA

Esperamos que venham em breve comentários e críticas para que estejamos cada vez mais próximos do que nossos clientes esperam.

Apreciem.  A loja é principalmente de vocês!!!

Lançamento do Livro “Minerais e Pedras Preciosas do Brasil”

Minerais e Pedras Preciosas do Brasil

Minerais e Pedras Preciosas do Brasil

Temos o prazer de informar aos prezados leitores que amanhã, 28 de maio de 2010, às 18h30, será realizado na  Livraria Cultura do Conjunto Nacional, térreo, Avenida Paulista, 2.073 – São Paulo – SP. Fone (11) 3170-4033, o lançamento e noite de autógafos do livro “Minerais e Pedras Preciosas do Brasil”.

Este livro foi feito pelos colegas e amigos Carlos Cornejo e Andrea Bartorelli, com o patrocínio da Vale; podemos afirmar com segurança que é o melhor e mais completo livro sobre minerais brasileiros já editado, seja no Brasil como no exterior; foi um trabalho de fôlego, que descreve todas as mais importantes ocorrências de minerais brasileiros, e conta a história da mineralogia no Brasil desde o descobrimento.

Conta com várias centenas de fotos, a maioria delas dos minerais, mais também das mais importantes minas e garimpos, impressas com impecável qualidade; não é um livro científico sobre minerais ou sobre a geologia das jazidas, pois sobre isso há muita coisa disponível nas revistas técnicas, mas sim sobre a história das minas e dos personagens envolvidos nelas, coisa nunca antes abordada e que corria o risco de vir a se perder na poeira do tempo.

Tivemos a oportunidade de participar ativamente da elaboração desse livro, escrevendo alguns capítulos e auxiliando na revisão de várias partes dos textos. Estaremos presentes no evento de lançamento do livro, e seria uma honra contar com sua presença.

Identificações erradas e fraudes – Capítulo 4 – Periclásio

IDENTIFICAÇÕES ERRADAS DE MINERAIS E FRAUDES

Capítulo IV – PERICLÁSIO

O periclásio é um óxido de magnésio, MgO. Cristaliza-se no sistema cúbico, normalmente sob a forma de octaedros, mas que raramente excedem 2 mm de comprimento.

A cor pode ser incolor, branco-acinzentada, amarela, amarela-amarronzada, verde ou preta; o brilho é vítreo, o índice de refração é relativamente alto (1,74); a dureza é 5,5 e a densidade é 3,56.

Os cristais exibem clivagem cúbica perfeita, de onde saiu o nome do mineral, derivado de uma palavra grega que significa “quebrar em volta”.

É um mineral relativamente raro, encontrado em calcários metamórficos magnesianos formados em ambiente de alta temperatura.

No site www.mindat.org, que é uma das melhores fontes de referência para quem busca informações sobre qualquer mineral, estão publicadas apenas 8 fotos de periclásios, o que mostra como o mineral é raro e normalmente não-fotogênico; a mais bonita é de um cristal verde, medindo 2 mm, proveniente da Suécia; todas as demais fotos são de cristais brancos ou cinza.

PERICLÁSIO SINTÉTICO

Há cerca de 10 anos surgiram no mercado amostras de periclásio de cor verde-maçã, transparentes, medindo até mais de 5 cm; foram vendidas como periclásio natural, supostamente provenientes de “um lugar secreto na Bahia”, e vários lotes foram lapidados e vendidos fraudulentamente como gemas naturais.

Periclásio sintético

O que apuramos é que a Magnesita S.A., que opera jazidas na região da Serra das Éguas, em Brumado, BA, e é a maior produtora de materiais refratários no hemisfério sul, importa periclásio sintético, de alta pureza, que é usado como padrão em seus laboratórios de análises químicas para controle de qualidade de seus produtos, e que alguém ou teria desviado peças do estoque da Magnesita ou feito uma importação direta com a finalidade de vender o material fraudulentamente como natural; essa é uma possibilidade plausível pois periclásio sintético nunca é encontrado numa feira internacional de minerais ou de gemas, assim sendo nenhum comerciante brasileiro ou estrangeiro teria a oportunidade de conhecer esse material e se sentir tentado a trazê-lo ao Brasil para fazer dinheiro fácil iludindo compradores incautos.

Periclásio sintético

É muito fácil distinguir um periclásio natural de um sintético: simplesmente não existem periclásios naturais de qualidade gemológica que meçam mais do que poucos milímetros, e devido à raridade do mineral e das características de suas ocorrências é extremamente improvável que algum dia peças maiores sejam encontradas

Pedras de coleção no 3° Salão Mineiro do Turismo

A Luiz Menezes Minerais, em parceria com o Sindijóias / Ajomig, está participando do 3° Salão Mineiro do Turismo, nos dias 16, 17 e 18 de abril  no Minascentro, região central da capital mineira.

Encontram-se em exposição no estande do nosso parceiro Sindijóias  várias pedras da coleção de Luiz Menezes, com foco naquelas produzidas do estado de Minas Gerais.

É uma oportunidade única de se ver amostras de beleza impressionante seja pelas formas naturais, seja pelas cores ou pela combinação de vários minerais em uma mesma peça, verdadeiras obras de arte esculpidas pela natureza.

Aos que estiverem em Belo Horizonte e forem apreciadores de minerais, não deixem de aproveitar a chance de ver amostras realmente únicas.

Feira de Tucson

Olá a todos.

Nosso escritório estará fechado de 18 de janeiro a 24 de fevereiro.
Já estamos todos aqui nos EUA para participar da feira de Tucson, Arizona.

Com certeza, voltaremos com muitas novidades. Aguardem…

Grande abraço a todos e até a volta!!

Atualização: Já voltamos e estamos funcionando a todo vapor!

Identificações erradas e fraudes – capítulo 3

Uma fraude clássica é a colagem de cristais de diamante e/ou de pequenos grãos de ouro no conglomerado, que são vendidas para colecionadores incautos ou para turistas como sendo peças naturais. Abaixo temos um exemplo típico – a primeira foto mostra a peça inteira, e as demais as montagens em detalhe. Ao clicar nas fotos, elas poderão ser visualizadas em tamanho maior.

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Conglomerado com ouro e diamante colado

diamante 001a detalhe

Detalhe do diamante colado

Ouro colado

Ouro colado em destaque

Tanto o diamante como o ouro são encontrados naturalmente nos conglomerados na região da Serra do Espinhaço e adjacências, que se estende do centro ao norte de Minas Gerais. São rochas metamórficas muito antigas, com mais de 1 bilhão de anos de idade, que contêm o resultado da erosão de rochas pré-existentes, inclusive kimberlitos, gerando rochas sedimentares que continham os diamantes, essas rochas desceram na crosta terrestre, e por ação de alta pressão e temperatura se transformaram em rochas metamórficas (quartzitos e meta-conglomerados); essas camadas voltaram posteriormente a se elevar, chegaram de volta à superfície e  foram então novamente erodidas, liberando os diamantes e o ouro (que não se originou em kimberlitos mas em outras rochas que sofreram o mesmo processo de erosão, transporte e metamorfização), gerando os ricos depósitos aluvionares que foram descobertos e intensivamente explorados nos séculos XVII e XVIII.  Na foto abaixo vemos uma excelente amostra  de diamante – um cristal natural, com ótima transparência.

Diamante - cristal natural

Cristal perfeito de diamante

É, portanto, possível encontrar grãos de ouro e/ou de diamante dentro dos conglomerados, mas devido ao colossal volume dessas rochas a chance de se encontrar a olho nu uma dessas amostras mineralizadas é extremamente baixa. Em nenhum garimpo nem em nenhuma mina industrial se tenta ver um ouro ou diamante na matriz, nos garimpos não se desagrega o conglomerado mas sim é processada rocha naturalmente desagregada, e nenhuma amostra é manuseada, o material é concentrado em bateias ou em “jigues” e o ouro e o diamante são concentrados gravimetricamente, os grãos que estiverem dentro do conglomerado vão ser certamente descartados junto com o rejeito da mina. Alguém pode até encontrar uma amostra nesses rejeitos, mas a chance é tão pequena que essas amostras legítimas deveriam ser extremamente raras.

Conglomerado com diamante colado

Conglomerado com diamante colado

Mas não é isso que acontece, existem em Diamantina e outras cidades da região verdadeiras linhas de montagem de ouro e diamantes nos conglomerados; alguns “artistas” (do mal!) colocam algumas vezes dois ou até mais cristais de diamante num mesmo conglomerado, ou então um cristal de diamante e ou grão de ouro, o que seria uma quase impossibilidade estatística de ser encontrado naturalmente. São peças, na minha opinião, desprovidas de qualquer valor, e não merecem pertencer a coleções de minerais sérias.

Diamante colado em conglomerado

Diamante colado em conglomerado

No último show de Tucson um comerciante americano tinha uma mesa cheia dessas amostras, com certeza (devido à quantidade) todas são fraudadas; um comerciante de Governador Valadares também adquiriu há poucos meses várias dezenas de peças, certamente também nenhuma é legítima.

Prezado assinante, caso você tenha uma peça dessas na sua coleção pode ter certeza de que ela deve ter sido montada. Recomendamos que ninguém compre esse tipo de material.

Loja virtual – Água-marinha na turmalina preta da Namíbia

Olá a todos.

Eis aqui as principais peças do lote de águas-marinhas da Namíbia das quais falamos no artigo recentemente publicado.

Para adquirí-las, basta mandar uma mensagem pelo nosso formulário de contato mencionando o código da pedra, sem esquecer de colocar também o endereço para que possamos calcular o custo de remessa.

Cada seção da escala que aparece nas fotos corresponde a 1 cm.

Vamos às pedras:

Água Marinha nb 01 Água Marinha nb 02 Água Marinha nb 04

nb 01 –vendida                  nb 02 – vendida                nb 04 – R$ 110,00

agua marinha nb 06 agua marinha nb 07

nb 05 – vendida                  nb 06 – R$ 70                       nb 07 – R$ 80

agua marinha nb 08 agua marinha nb 09 agua marinha nb 10

nb 08 – R$ 90                        nb 09 – R$ 70                      nb 10 – vendida

agua marinha nb 11 agua marinha nb 12 agua marinha nb 13

nb 11 – vendida                   nb 12 vendida                 nb 13 R$ 40

agua marinha nb 14 agua marinha nb 19 agua marinha nb 21

nb 14 vendida                      nb 19 – vendida                   nb 21 – vendida

Mais uma vez,  quem tiver interesse em adquirí-las é só usar nosso formulário de contato

Abraço